Josué abre o jogo e explica fama de ‘viciado em danone’ dos tempos de São Paulo

Ex-jogador marcou história no Tricolor na conquista da Copa Libertadores e Mundial de Clubes

Se você gosta de história, a pedida para esta sexta-feira (7) à noite é curtiu o Resenha, da ESPN, com o ex-são-paulino Josué. Aos 41 anos, ele coleciona histórias dos tempos de Morumbi, onde jogou de 2005 a 2007 e foi campeão paulista, brasileiro (duas vezes), da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes.

A passagem pelo Tricolor será um dos bons assuntos do programa, que vai ao ar às 22h (horário de Brasília), na ESPN Brasil e no ESPN App. Uma das histórias de Josué é sobre a fama “cervejeira” do elenco são-paulino de 2005, que dura até hoje.

Estrelado por Rogério Ceni, Lugano e Amoroso, o São Paulo de 15 anos atrás ganhou Campeonato Paulista, Libertadores e Mundial. Segundo Josué, um dos pilares daquele time, isso aconteceu pelo profissionalismo dos atletas, independentemente do gosto por um “danone” nas horas vagas.

O Luizão tirou uma palavra da minha boca: comprometimento. Partindo desse princípio, quando se fala em cerveja, o Aloísio [Chulapa] e o Luizão são dois caras que falam muito de cerveja, mas tem hora para tudo! Tem a hora de você sair para jantar com a família, a hora de sair para tomar sua cerveja“, disse Josué.

Eu acho que tudo tem a hora certa. Se fala muito de cerveja do grupo de 2005, mas gente não era maluco de tomar cerveja antes do jogo ou um dia antes do jogo. A gente tomava a nossa cerveja com responsabilidade, na hora certa“, garantiu o ex-volante.

Dois nomes citados por Josué, Luizão e Aloísio não chegaram a atuar juntos, já que o primeiro foi embora para o Japão logo após a conquista da Libertadores, e o segundo chegou para jogar o Mundial. Josué, que atuou a temporada inteira, também disse o que aquele time o ensinou.

Eu aprendi com aquele elenco de 2005 que você não precisa ser o melhor amigo de todos do elenco. Às vezes no elenco você se identifica mais com um jogador, outros não vai ter tanta intimidade ou aproximação para conversar. Mas a partir do momento que você entra em campo, aí existe a palavra sacrífício, a palavra comprometimento. Você vai correr, marcar, dar a vida, dar o sangue para poder fazer com que seu time saia vencedor“, afirmou.

Josué chegou ao São Paulo após oito anos de Goiás, clube em que foi revelado, em 1997. Deixou o Morumbi em 2007 para atuar no Wolfsburg e permaneceu na Alemanha até 2013, quando aceitou uma proposta do Atlético-MG.

Encerrou a carreira dois anos depois, com vários títulos nos clubes e mais as conquistas da Copa América de 2007 e a Copa das Confederações de 2009 pela seleção brasileira. Também fez parte do grupo que jogou a Copa do Mundo, em 2010, na África do Sul.

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